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Green Buildings
Brasil segue tendência de edifícios verdes
A construção de edifícios sustentáveis, tendência mundial pelo menos desde 2007, e o Brasil figura, atualmente, entre os primeiros países do ranking de registros.
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Nos Estados Unidos, já existem 400 prédios certificados com o LEED (Leadership in Energy & Environmental Design), o principal selo dado a construções que atendem uma série de normas para serem considerados “verdes”. Outros 3.400 estão buscando a certificação, dada pelo U.S. Green Building Council.
O mais recente relatório anual dessa organização aponta que Ásia e Oriente Médio são as regiões de maior interesse em prédios verdes, com destaque para os Emirados Árabes Unidos, que possuem 669 projetos em andamento.
O Taipei 101, um colosso de 509 metros de altura e 101 andares em Taiwan, vai passar por uma reforma de US$ 1,8 milhão para poder ser considerado o prédio verde mais alto do planeta. A administração do empreendimento espera cortar o consumo de água e energia e ainda reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 10%. A Europa também apresentou expansão, especialmente na Alemanha e Itália.
De acordo com o mesmo relatório, o Brasil está entre os primeiros do ranking mundial de registros. Os números são muito menores do que os registrados nos Estados Unidos, mas já refletem a criação de uma nova categoria de edifícios, que empregam novos conceitos em termos de economia e otimização de recursos não-renováveis e uso de tecnologias de impacto ambiental reduzido.
Em 2006, apenas quatro construções buscaram receber a certificação. Até aquele ano, as experiências eram escassas. O grande boom teve início no ano seguinte, quando 39 prédios buscaram a certificação. Em 2008, foram 56 novos candidatos, e outros 36 em 2009. Já se somam 145 edifícios que buscam o selo LEED no país, dos quais quase 92% se concentram no estado de São Paulo, e 13% no Rio de Janeiro.
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