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Rede para CFTV de hospital em Londrina
O Hospital Universitário de Londrina, no Paraná, altamente informatizado, incluiu nas obras de reforma e ampliação do Pronto Socorro uma solução única como base para os sistemas.
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Todas as paredes foram demolidas, e foram construídas novas estruturas de hidráulica, elétrica e de cabeamento estruturado.
A nova rede, com o total de 400 pontos, sendo que cada estação de trabalho tem dois pontos de rede, foi construída pela ECD Comunicação de Dados em Categoria 6, com tecnologia da AMP Netconnect da Tyco, e materiais fornecidos pela Policom Paraná, empresa do Grupo Policom.
De acordo com Fabiana Sitta Xavier, gerente de Informática do Hospital, “era primordial a utilização de produtos e tecnologias confiáveis na infraestrutura da rede de informática, de forma que os serviços oferecidos sejam confiáveis e eficientes para os seus usuários, além de fornecer subsídios para que os profissionais envolvidos com a manutenção da rede possam tomar decisões rápidas e apropriadas”.
Nessas instalações, inauguradas no ano passado, o hospital investiu um total de R$ 7 milhões, entre obra e equipamentos. Vale destacar que a estrutura de rede está integrada ao anel óptico do hospital, através de fibras monomodo, garantindo disponibilidade e redundância em caso de falhas.
A Secretaria Estadual de Obras do Paraná (SEOP), contratada para a obra de reforma, também deu o aval às tecnologias aplicadas, idealizando uma estrutura para atender a rede lógica, telefonia, controle de acesso e CFTV.
Para atender a objetivos e necessidades da nova rede e da solução adotada na reforma, de acordo com o engenheiro Valdivino Rodrigues Filho, diretor do departamento técnico da ECD, era necessária a instalação de um cabeamento total para que em uma eventual necessidade de remanejamento de pontos não fosse preciso interditar áreas de atendimento no Hospital. O engenheiro frisa que essa foi a primeira vez que se utilizou o cabeamento único para CFTV e não cabos coaxiais ou dois tipos de cabeamento para o mesmo local, “o que foi uma boa opção.
A solução permitiu um cabeamento mais confiável sem a possibilidade de mau contato nos conectores”. Todo o processo foi pessoalmente acompanhado por Saulo Rocha David, gerente técnico da Policom Paraná, que inclusive participou de reuniões junto aos gestores de TI do hospital.
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